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Fábulas

Posted on: julho 20th, 2017 by admin No Comments

Seu Madeira e Zé Cupim

Seu Madeira era um senhor todo empertigado, elegante, sempre bem vestido, sapatos brilhando, morava numa casa própria toda arrumadinha, de assoalho com madeira largas e sempre muito bem cuidado e limpo. Os móveis, eletrodomésticos, tudo seguia a mesma regra. Um dia apareceu o Zé Cupim, pediu para morar na varanda, em troca ele manteria sempre limpa a varanda e toda a frente da casa. Seu Madeira concordou.

Mas nem demorou muito para ele se arrepender. Em pouco tempo, Zé Cupim trouxe o restante da família para morar na varanda, fazia festas, não limpava nada e ainda deixava a maior bagunça. E o que irritava mais Seu Madeira era a mania que Cupinzinho Jr e seus irmãos tinham de lhe morder as pernas. Muito irritado, Seu Madeira pediu a Zé Cupim e família que saíssem da varanda para sempre, mas nunca era obedecido. O jeito foi apelar e chamar os Exterminadores, sapos gigantes que acabavam com os cupins em minutos, com suas grandes línguas que soltavam labaredas de fogo. Ao ver os Sapos Exterminadores se aproximarem, seu Cupim e família se mandaram da varanda e nunca mais voltaram.

O casamento de Dona Baratinha

Dona Baratinha resolveu se casar, chegou para o Sr. Baratão e o intimou a contrair matrimônio. Sem ter muito como recusar, Sr. Baratão aceitou e marcaram a data. Dona baratinha, que na cantiga de roda, diz ter 7 saias de filó, mas na verdade tem uma só, movimentou as amigas e conseguiu um vestido de noiva muito bonito. No dia da festa estava tudo muito bem ajeitado, padrinhos e madrinhas, convidados reunidos, um grande bolo feito dos melhores dejetos dos esgotos e tudo corria muito bem até que ouviram um barulho vindo de fora. Um dos guardas de honra, um baratinho muito esperto foi ver o que estava acontecendo e voltou apavorado. Eram os terríveis bodes que soltavam fogo pelas ventas e acabavam com a festa de qualquer inseto. Foi uma correria só, eram baratas e baratos fugindo para tudo quanto é lado, até o padre, Dom Baratão, saiu correndo. E o casamento de Dona baratinha foi para o ralo.

O Guizo no gato

Os ratos estavam reunidos na toca, o grande problema era o gato que aparecera na casa. Enorme, com cara de bravo, ele ficava andando de lá para cá, não dava a menor folga, mas de vez em quando caía no sono. Difícil era saber quando o danado estava dormindo ou rondando por ali. No meio da assembleia, surgiu a ideia de se colocar um guizo no gato, de maneira que quando ele se aproximasse o barulho do guizo revelasse sua presença. O problema agora era quem iria colocar o guizo no bichano. Depois de alguma discussão, resolveram fazer um sorteio e sobrou para um dos ratinhos a difícil missão. Antes de partir definitivamente para realizar a tarefa, ele resolveu estudar o terreno e os hábitos do gato, saiu bem devagarinho de uma forma que o gato não lhe visse e ficou à espreita. Estava ali quando chegou um outro gato, do vizinho e, para seu azar foi visto. O gato do vizinho falou: “Olhe um rato, vamos pegá-lo”. O gato da casa respondeu: “Eu vou me preocupar com rato? Tenho ração da boa para comer de hora em hora, não vou sair atrás desse bicho nojento”. O ratinho voltou feliz para a toca para contar a novidade a seus amiguinhos, mas eles não acreditaram muito na sua história. No dia seguinte ficaram na portinha da toca enquanto o ratinho foi dar uma volta, muito tranquilo. Então o gato veio e o pegou. Assustado, ele quis saber: “Mas você disse para o seu amigo que não pegaria os mais os ratos”. O gato respondeu: “Eu falei mesmo, e acabei de comer minha ração, estou com a barriga cheia, mas o instinto de caçador falou mais alto”.

A moral de cada história fica por conta do leitor

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