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Hábitos estranhos

Posted on: agosto 2nd, 2017 by admin No Comments

Na biografia de Rita Lee, recentemente lançada, há uma passagem em que ela conta que seu pai tinha uma barata de estimação. Ele a treinou, entre outras coisas, para buscar comida nas horas certas, até que um dia algum desavisado simplesmente matou a barata, ao encontrá-la perambulando pela casa.

Claro que não é privilégio do progenitor da Rita Lee ter seus hábitos diferentes, há casos de gente que também cultiva essas esquisitices. Um cara que criava duas aranhas no quarto dele, que não era exatamente um modelo de quarto arrumado ou limpinho. Naquele cenário de filme de horror ele vivia bem com suas amigas de várias patas. O cineasta José Mojica Marins, popular Zé do Caixão, também gostava de um aracnídeo. Um outro que mantinha um sapo de estimação no quintal, chamado Chicão.

Chicão era uma espécie de rei do quintal, já que não havia cachorros nem gatos ou outros animais que as pessoas costumeiramente criam. E de certa forma, ele mantinha o equilíbrio do ambiente, traçando todos os mosquitos ou insetos que se aproximassem.

E as consequências?

Cada um pode ter a mania que lhe der na telha, mas é preciso medir até onde esse tipo de comportamento pode incomodar as outras pessoas. No caso do sapo, por exemplo, não há muito problema, um sapo ou uma tartaruga ficam quase sempre na sua e dificilmente atacam ou causam embaraços para os humanos, além de ajudar no equilíbrio, como foi escrito no parágrafo anterior. E ter duas aranhas num quarto, desde que não haja muito movimento de pessoas também não parece ser perigoso. Já a barata é um bicho bem nojento, que anda por esgotos e por lugares sujos, além de causar pavor, principalmente nas mulheres. Imagine o cara levar uma moça para casa e lhe apresentar sua barata de estimação: “Esta é a Chiquinha, minha amiga nojentinha”.

Outras manias

Mas o ser humano é pródigo em cultivar as mais estranhas manias, seja para chocar o próximo ou simplesmente para curtir uma de ser descolado. Cleópatra criava cobras, costume usado por muitas pessoas ainda hoje e por aqui mesmo, no Brasil, difícil é convencer o outro de que a cobrinha não é venenosa. Há um tempo atrás, houve uma febre de criar iguanas, que vinham do México para cá. Além de trazer o bicho para um habitat que não é o seu natural, essa prática revelou-se um tanto desumana, pois os candidatos a donos de iguanas se cansavam delas e simplesmente as abandonavam em parques e até nas ruas.

O fato é que para manter hábitos ou manias fora do convencional a pessoa tem que ter absoluta certeza de que não está prejudicando aos outros e nem interferindo no meio ambiente e, principalmente, na vida do pobre animal, seja ele um inseto ou um iguana. Afinal, o respeito pela vida e por todos os seres vivos ainda é o melhor hábito que podemos cultivar.

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