Moscas e Mosquitos: Diferenças entre eles e danos à saúde humana – parte 1

Mosquitos e Moscas

Esse artigo será dividido em duas partes. Na primeira, serão abordadas as diferença entre moscas e mosquitos, os mais comuns em ambientes domésticos e os motivos de seu aparecimento em áreas urbanas. Já na segunda parte, serão abordadas as principais doenças que esses insetos podem transmitir, tipos de epidemia e as formas de profilaxia (prevenção).

 

Parte 1 – o que são moscas e mosquitos? Por que estão tão presentes em nossas vidas?

As moscas e os mosquitos pertencem a um grupo de insetos denominado Diptera, pois ambos possuem apenas duas asas. De forma geral, as moscas apresentam o corpo robusto e os mosquitos são mais alongados. Tão comuns em nosso dia-a-dia, algumas espécies de moscas e de mosquitos podem ser agentes transmissores de grandes males à saúde humana.

A mosca doméstica e a varejeira (ou mosca verde), são as mais comumente encontradas em áreas urbanas. Vivem em ambientes úmidos e quentes e estão presentes em locais com resíduos de alimentos, lixos abertos com odor forte, fossas e aterros sanitários. Alimentam-se principalmente de materiais orgânicos em decomposição, fezes e açúcar. Geralmente são ativas durante o dia e repousam à noite.

Os mosquitos mais comuns em áreas urbanas são aqueles classificados nos gêneros Culex e Aedes. Os machos alimentam-se da seiva de plantas, enquanto as fêmeas são hematófagas, ou seja, precisam do sangue para o desenvolvimento de seus ovos. As fêmeas de Culex picam à noite e as de Aedes, durante o dia. A presença de água e a temperatura em torno de 25º C são condições essenciais para que os mosquitos completem seu ciclo de vida e explicam o aumento de sua população nas épocas de primavera e verão. A existência de criadouros naturais como córregos poluídos, lagos e esgotos favorecem o desenvolvimento do Culex, uma vez que as fêmeas das espécies desse gênero geralmente colocam seus ovos nesses ambientes. Já as fêmeas de Aedes colocam seus ovos na parede de recipientes com água limpa, tais como latas, pratos de vasos de plantas, pneus, frascos e garrafas, próximos à linha d’água.

Portanto, os territórios urbanos oferecem condições ideais para a reprodução, alimentação e sobrevivência para ambos os insetos. Como sua proliferação neste ambiente é muito rápida, por todas as condições destacadas, a possibilidade de epidemias de doenças transmitidas por eles é praticamente inevitável se precauções, medidas educativas e combate não forem tomadas. Mas isso é assunto para o segundo artigo que será publicado nesta sexta-feira, 2 de maio.

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Leia: Moscas e Mosquitos: diferenças entre eles e danos à saúde humana – parte 2

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